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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Às vezes é preciso ligar o botão F*da-se!


 Aviso: o texto abaixo cotem palavrões.

Hoje dançando no meio da sala enquanto estava sozinha em casa, eu parei por um momento e fiquei me perguntando: “Porque ligo tanto para o que os outros pensam?”.

Você com certeza já se perguntou isso quando os seus amigos estavam dançando que nem uns malucos em lugares públicos e você não conseguia participar daquilo, bem pelo menos eu já me perguntei. Isso tem muito a haver com a minha timidez e com o fato de eu liga para o que as pessoas vão fala de mim. Não gostaria de ser assim e estou tentando praticar a lei do: Foda-se o que você pensa! Acredite é uma lei boa, mas que exige bastante de você que foi ou é assim como eu.

Quantas vezes você não participou de uma brincadeira idiota ou deixo de dançar Gangnam Style quando os seus amigos começaram a fazer. Ou talvez não dançou numa festa, não riu de uma piada, não usou o cabelo da forma que você viu em um blog ou não usou a camiseta favorita por motivos incontáveis que apareceram na sua cabeça só pra você não usa. Mas que no fundo você só não usou com medo da opinião.

Não critico pessoas que são assim, eu fui, eu sou e varias pessoas ao meu lado são. Mas a questão é: Ate que ponto a opinião alheia vai interferi na sua felicidade? Não está, sei lá, na hora de liga o botão foda-se, a vida é minha faço dela o que bem quiser? Acho que está.



Vá aos poucos, quem sabe você consegue e ria. Eu mesma vejo o progresso que eu fiz, mas ao mesmo tempo eu ainda me policio. Mas também não é só porque você ligou o botão foda-se, que você não pode ouvi a opinião alheia, mas não daquele que nem te conhecem direito. Mas sim dos seus amigos próximos, da sua mãe ou pai. Só daqueles que te conhecem mesmo, esses sim sabem como dá opinião em sua vida sem interferi em sua felicidade. E também nunca aceite um amigo seu impedi sua felicidade.


Por que afinal, cantar, dançar, usar o que você achou legal e falar de coisas que ninguém conhece é sua forma de ser feliz, ser feliz consigo mesma.

domingo, 21 de julho de 2013



Amizade é algo que lhe traz alegrias e tristezas; momentos inesquecíveis e ate aqueles que você queria não pode lembrar jamais; memorias boas e ruins. Resumindo é algo que lhe traz uma mistura danada de sentimentos e desejos, é algo inesquecível independente de como for.
Bem eu fico me imaginando sem minhas amigas, acho que não sou a única, é algo como impossível, é como se a gente não pudesse viver sem. Mas acho que pensamos errados demais, podemos sim viver sem uma amizade, principalmente aquela que faz mal e a gente não percebe, mas ate aquelas que fizeram tão bem. É por que uma hora a gente crescer, não que tivéssemos sendo imaturos, é que todos mudam, todos prodiguem com a vida e as nossas amizades já não fazem parte dessa mudança. É algo que acontece e a gente não podem reverter.



Fico me lembrando de quando eu pensava e falava “nunca vou te abandonar”, mas muda e ai vem algo que faz tudo vira de cabeça pra baixo e quando você percebe já não é mas aquele “nunca te abandonarei”.  Eu perdi varias amigas ao longo da minha vida, lembro que ficava imaginando que era o fim do mundo, por que aquelas meninas que se foram era tanto pra mim, hoje olho pro passado e lembro que só foram lembranças boas e que tento não pensar quando tudo se desgastou e foi embora. Minhas amigas hoje são ótimas, tento não pensar que elas são tudo do meu ser porque se ficar assim eu me magoarei de novo, uma magoa que eu não quero mais senti.
Eu acho que a amizade é algo que vem e vai, vai ficar por bastante tempo e vai embora sem ter ficado muito. Mas o que temos que fazer com essas amizades é resgatar o que elas nos deram de bom, é como relacionamento que acaba ou quando pessoa querida morre, a única coisa que devemos lembra é dos momentos bons que tivemos e foi proporcionado. Por que eu te aconselho se fica imaginando o quanto foi ruim, os piores momentos, no mínimo você vai ficar louca, se desgastar e demora a ser feliz novamente com outras pessoas.


quarta-feira, 19 de junho de 2013






Dançamos pelo salão, era uma dança dos seculos antigos. Vestido de época. Tema esquisito . Mas havia uma coisa, coisa que eu não sabia e nem você.
 Era nossa ultima dança, meu ultimo suspiro. Por que só meu? Por que apenas a minha morte? Me pergunto se você sabia que seria nossa ultima dança.
Mas foi, tiro disparado. Era um tiro estranho, maluco, por que por algum motivo eu fui para perto do meu atirador. Sumindo do salão, agora jazia nos braços de quem um dia disse que me amou. Não podia ser você, mas tinha o mesmos olhos verdes.
Meu sangue ainda jaz no meu vestido branco, eu ainda vago andando por ai. Não se assuste ao receber isso, sou só um fantasma. Que veio? Talvez para atormentar, aquele que lhe tirou a vida ou apenas para amar aquele que um dia disse que lhe amou.
Uma risada fria na noite congelante, um sorriso meu perdido com o vento que bate a sua porta.
Obrigado meu amor por ter me concedido a ultima dança e por alguma forma te tirado meu ultimo suspiro.

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Crônica pequena essa, nem sei se posso considerar um crônica. Bem talvez seja, uma one-shot. Mas a estoria foi escrita ao som da musica do One Republic (quem ama? o/), All The Right Moves ( minha musica preferida deles). 



segunda-feira, 17 de junho de 2013




Levantei lentamente da cama, mas algo me puxava. Era você, com aqueles braços envolta da minha cintura gorda. Você disse? “ Onde pensar que vai?”. Eu sabia que mais uma vez me atrasaria para faculdade, não chegaria naquele dia para primeira aula. Mas mesmo assim eu tive o estimulo de responder, só para vê você inovando em sua resposta, e você disse: “ Quem disse?”. E você me puxou para trás, eu cair em cima de você e me virei. Vi aquele sorriso malicioso e sarcástico, aquele sorriso discreto que eu me apaixonara dês da primeira vez que vi.  
“Fica.”, foi o que você pediu com aquela cara de cachorrinho abandonado, uma cara de vagabundo deixado pela mulher, uma cara que não fazia eu resisti. “ Tenho escolho?”, respondi e vi você balançando a cabeça. E você sabe o que aconteceu depois daquela balançada de cabeça, daquela troca de olhares que a gente deu e daqueles sorrisos bobos que apareceram em nossos rosto.
Foi uma manhã boa, era frio. Eu não queria mais faculdade, só está ali com você. É,  eu faltaria aquele dia. Me levantei e de dessa vez você deixou, dessa vez você levantou comigo. Coloquei sua blusa dos Beatles, branca, manchada de café, obra minha. Mas você parecia me amar muito, logo me puxou eu fui para sentada em seu colo. Outros sorrisos bobos e um beijo caloroso, mas eu te empurrei para trás e corri para cozinha. E talvez mais uma vez eu iria suja sua camiseta de café.
Duas xícaras de café estavam sobre a bancada, xícaras com o Bob Esponja e o Patrick, presente seu quando a gente começava a namorar. Tomamos o café e fomos para sala, o videogame estava ligado. Era hora da minha revanche, sentamos no chão e você de novo com os braços em volta de mim.

Ganhei! E você teve uma ideia maluca. Disse que eu tinha que ganhar um premio, largou o controle do videogame e derrubou no chão. Nos beijamos e sua mão foi para em certo lugares, eu gostava daquilo. Nos levantamos ainda grudados um no outros e fomos para no quarto, porta fechada e sua blusa dos Beatles jogado no chão.